1. Please, bitch.. pegando um bronzeado!

     
  2. (Source: srslyironic, via mirkwoods)

     
  3. lotr 30 day challenge | day 17 | favourite elf

    (via mirkwoods)

     
  4. (via aerysii)

     
  5.  
  6. otherside

     

  7. A grande questão é…

    … tá todo mundo lembrando da morte e esquecendo da vida. Se morte é a solução, então o que estamos fazendo aqui? Temos uma vida e seria bom se a usássemos. Se você quiser ser feliz, seja! Nosso único impedimento somos nós. Se pararmos 1 segundo e olharmos ao redor veremos o quão lindo é o universo e o quão mesquinhos nós somos só de pensar em tal absurdo! *julguem-me*

     
  8. House Greyjoy (?)

    Lover: Daenerys (??)

    Enemy: Daenerys (???)

    First Kiss: Jaime (????)

    Killed By: Daenerys ( É, tendo ela como inimiga até que faz um sentido.)

    You live in: The Stormlands (of course :S)

    É, parece que só dá Dany na minha vida!

    (via alysanetargaryen)

     
  9. “Take his home, take his gold, take his power.”

    (via lordharrypotter)

     
  10. sawyer + dimples

    (Source: joshhollowayfans)

     
  11. Cena maravilhosa!

    (via remusjohnslupin)

     
  12. In 1938, some months after the initial publication of The HobbitJ. R. R. Tolkien and his British publisher, Stanley Unwin, opened talks with Rütten & Loening, a Berlin-based publishing house who were keen to translate the novel for the German market. All was going well until, in July, they wrote to Tolkien and asked for proof of his Aryan descent. Tolkien was furious, and forwarded their letter to his publisher along with two possible replies — one in which their question was delicately side-stepped, and one, seen below, in which Tolkien made his displeasure known with considerable style.

    It is unknown which reply was sent.

    (Source: The Letters of J. R. R. Tolkien; Image: Tolkien in 1955, via; Thanks to William Vodrey.)

    25 July 1938
    20 Northmoor Road, Oxford 

    Dear Sirs,

    Thank you for your letter. I regret that I am not clear as to what you intend by arisch. I am not of Aryan extraction: that is Indo-Iranian; as far as I am aware none of my ancestors spoke Hindustani, Persian, Gypsy, or any related dialects. But if I am to understand that you are enquiring whether I am of Jewish origin, I can only reply that I regret that I appear to have no ancestors of that gifted people. My great-great-grandfather came to England in the eighteenth century from Germany: the main part of my descent is therefore purely English, and I am an English subject — which should be sufficient. I have been accustomed, nonetheless, to regard my German name with pride, and continued to do so throughout the period of the late regrettable war, in which I served in the English army. I cannot, however, forbear to comment that if impertinent and irrelevant inquiries of this sort are to become the rule in matters of literature, then the time is not far distant when a German name will no longer be a source of pride.

    Your enquiry is doubtless made in order to comply with the laws of your own country, but that this should be held to apply to the subjects of another state would be improper, even if it had (as it has not) any bearing whatsoever on the merits of my work or its sustainability for publication, of which you appear to have satisfied yourselves without reference to my Abstammung.

    I trust you will find this reply satisfactory, and 

    remain yours faithfully,

    J. R. R. Tolkien

    (via annoregni)

     

  13. Just me.

    O que está acontecendo? Tudo foi arruinado e eu não sei consertar. O passado tem sido um sonho ruim, o presente é a confirmação certa de um pesadelo e o futuro… o futuro tem sido um mistério envolvendo: sanidade ou insanidade.

    Às vezes, a única esperança que eu tenho é que o ano acabe e o outro seja melhor. Mas, o meu maior e único medo, é que o ano acabe e o outro fique pior.

    Abandonar tudo, não ouvir ninguém… God, por que sempre me culpam? Ou, por que sempre descontam seus problemas em mim? Eu estou surtando sabia? Eu só… não aguento mais tanta pressão, tanto problema, tantas decisões, tanta… confusão. Tudo aconteceu muito rápido e eu tive que ser a pessoa mais forte do mundo de um dia para o outro, eu tive que virar fortaleza mesmo sem saber ser forte. 

    É difícil falar. Me sinto a cada dia mais sufocada. Uma bomba prestes a explodir. E se ela explodir, ninguém vai querer estar perto.

    Deixei de acreditar… ou melhor, TUDO em que eu acreditava, simplesmente desmoronou. Até as coisas que eu acreditavam ser eternas. Tanto julgamento, tanta falação, tanta bagunça. Meus sentimentos morreram e eu não consigo me aproximar de ninguém. Não confio em ninguém.

    Não sei o que é sentir ter alguém do teu lado. Um amigo. Ouço muita gente dizendo, mas, meus instintos em não confiar em ninguém acabam se mostrando sempre certos. Todos vão embora. E eu me pergunto na maioria das vezes: O que eu fiz? Por que eles foram? Qual o meu problema?

    Psicologo. Me mandaram procurar, mas é difícil. Eu não gosto que me obriguem a falar. Tenho medo, e odeio declarar isso. Tenho medo de que as pessoas se afastem, descubram que eu sou, me rejeitem, ou sei lá, gostem de mim.

    Vivo num mundo onde eu criei na minha mente, cada dia num lugar diferente, com uma roupa diferente, com um cabelo diferente, com um amigo diferente, sendo uma pessoa diferente. Esse mundo morre todos os dias, pois, sempre no final dele, eu lembro que nada daquilo era real e a minha vida é uma merda. Não tenho o direito de falar sobre o quão ruim é a minha vida tendo um monte de gente com problemas piores, mas, eu nunca soube afinal, dar valor aos meus problemas também. Sempre vivi à merce dos outros.

    Estou afogando a cada dia nos meus próprios pensamentos, pois, não sei como expô-los a quem realmente devo. Pergunto-me: Como as pessoas conseguem falar de si, da sua vida, das coisas que acontecem com elas? Tão facilmente? Há algum segredo? Por que eu não consigo me abrir com quem eu TENHO que me abrir? Simples, eles não ouvem. NEVER. Só pensam em si.

    É triste alguém escrever sobre o que sente dessa forma, isso me torna uma covarde completa. Mas, essa é a única forma que eu encontrei de me abrir (mesmo que isso, não dê certo, não resolva metade de nada do que eu preciso).

    Por que, eu não consigo olhar e ver a mesma coisa que as outras pessoas veem? É difícil alguém lhe dizer algo e você saber, ou melhor, pensar que é mentira. Isso não é certo, ok? Mas, como mudar? Não vejo saída. Game over para relacionamentos. Não sou boa nisso e devo assumir. Nunca fui! Esse é o meu problema talvez… talvez.

    Talvez, amanhã eu acorde e lembre: Foi só um sonho… um sonho ruim!

    Mas, como todo mundo sabe, isso não existe. Não vivemos num sonho. E a vida real é o que me assusta. Mas é lá onde eu preciso sobreviver. Como então? Eu não sei… eu não sei.